Security & Cryptography
Deep dive nos mecanismos criptográficos que garantem as propriedades PII-Zero e de auditoria irrefutável do Certus.
Format-Preserving Encryption (FPE)
O PII Shield utiliza FF3-1 (NIST SP 800-38G) para tokenizar dados sensíveis garantindo que o output preserve o formato original (ex: XXX.XXX.XXX-XX continua formatado como CPF), o que evita quebrar o contexto da LLM.
LAZARUS Audit Chain
O SEC-LAZ-001 é implementado como uma estrutura Merkle-like de alta performance. Cada transação é assinada via Ed25519 e encadeada com o SHA-256 da transação anterior.
Isso torna qualquer adulteração do banco de dados detectável retroativamente, garantindo integridade forense.
ZK Protocols (Roadmap)
Integração com Groth16 e curvas BN254 está em andamento para permitir Zero-Knowledge Identity proofs, onde atributos podem ser verificados pela política sem jamais serem revelados ao motor do Certus.
Integração com Frota APEX
Os mecanismos criptográficos operam como as fundações para os agentes de defesa autônomos da Frota APEX:
- Ed25519 (Assinatura): Utilizado pelo LAZARUS Auditor para validar autoridade e Consenso BFT.
- SHA-256 Chain: Mantido ativamente pelo LAZARUS Auditor e protegido em repouso pelo Presa Canário (Root of Trust).
- FPE-FF3-1 (Tokenização PII): Motor matemático alimentado aos agentes Wolfdog e Kangal para higienização em memória.
- ZK Proofs: Infraestrutura baseada nas curvas Groth16 operada pelo agente ZK-SOVEREIGN-GUARD.
Disponibilidade: A Frota APEX e o Módulo Diamante estão disponíveis tanto no nível IDE Command Standard (deploy compartilhado) quanto no nível Enterprise/Government (deploy dedicado com air-gapped opcional).
